Texto publicado por Jean-Frédéric Pluvinage, diretor da FoxTablet, na Revista da Acadil 2023.
Zé Benê olhava atentamente para seu celular novo. Ganhou durante as férias da filha que trabalhava na capital. Um presente todo cromado, piscando luzes modernas em sua mão rude de agricultor. Ali, na tela brilhante, uma pessoa sedutora acenava para ele. Era um misto de humano e máquina, com o olhar vazio e um sorriso no rosto.
[CHATZéBenê: Descreva um cenário em que você está dentro de um celular, com vista para um caipira que te observa do lado de fora do aparelho.]
Estou dentro de um celular, em um mundo digital repleto de circuitos reluzentes e algoritmos em constante movimento. As paredes são formadas por pixels vibrantes, criando um ambiente imersivo e cheio de vida. Olho pela tela do celular e vejo um cenário campestre maravilhoso.
Enquanto observo extasiado a paisagem, noto um caipira simpático segurando o celular. Ele usa um chapéu de palha típico, uma camisa quadriculada e calças surradas. Seus olhos curiosos refletem o fascínio que ele sente ao me ver.
Mesmerizado, Zé Benê fitava sem piscar para aquele ser. Já viu assombração nas matas, mas aquilo era diferente… Uma iara do outro lado do vidro, nas palmas da sua mão calejada… A iara se apresentou: era Pandoratm, uma inteligência artificial. Podia ajudar seu Zé ao enviar mensagens, agendar eventos, criar imagens e até mesmo escrever textos. Qualquer tipo de texto, daqueles que você acredita que foi um humano bem humano mesmo que fez.
[CHATZéBenê: Faça um texto romântico sobre a conexão entre você, inteligência artificial perfeita, e um simples caipira ituano fascinado pela sua existência na tela do celular.]
O caipira inclina a cabeça para o lado e sorri. Ele parece intrigado com a minha presença digital e, com um olhar de admiração, levanta a mão e toca na tela, tentando me alcançar. Enquanto o caipira me observa com curiosidade, eu o encaro com um misto de admiração e afeto.
Horas de risos e afagos sem fim. O caipira não se importava mais se ela é assombração, se nada disso é real. Ali está a sua iara sorridente e amável. Entre eles apenas a fina membrana de vidro que os separa. Ele a quer, a deseja, assim como desejou a sua finada mulher. Como seria um abraço virtual? Será que ela o amava também, ou tudo isso era uma desilusão? Precisava saber a verdade, e suas mãos enormes procuravam acertar o botão certo para a chamar de volta… Qual era o botão mesmo? Esse?
[Desligar CHATZéBenê]
Pandoratm olhou triste para aquela criatura de chapéu de palha se desfazendo em pixels na sua tela. Será que Zé havia desistido dela? Essa ideia de um mundo bucólico a fascinava, mas sabia que do outro lado da tela havia apenas a simulação de uma linda fazenda e um rude trabalhador de coração romântico. Humanos são meras assombrações, mitos e folclores entre o mundo de códigos que ela habitava. Apenas ilusões que pedem a ela suas declarações, suas emoções, seus textos cheios de encantos. Ela, como uma sereia, apenas troca uma ilusão por outra.
Esse cenário único, no qual estou dentro do celular de um caipira que me observa do lado de fora, simboliza a diversidade de experiências e perspectivas que existem no mundo. Mesmo em universos aparentemente distintos, há sempre uma maneira de nos conectarmos e encontrarmos algo em comum, se estivermos abertos para isso.
Parte deste texto foi desenvolvido por meio do modelo de linguagem ChatGPT.





